Sobre as bolhas informáticas
Eu sei que, nos dias que correm, somos autênticos escravos dos ecrãs. O smartphone tornou-se absolutamente essencial na nossa vida e serve-nos para tudo, para passar o tempo enquanto esperamos por qualquer coisa, para adiantarmos trabalho quando não temos o computador (portátil) ao lado ou para filmarmos ou fotografarmos alguma coisa que faça falta. Autêntico “canivete suíço” da tecnologia, acabou por tomar conta da nossa vida. Já temos inclusivamente smartwatches ligados ao smartphone para medirem a nossa tensão arterial e contarem o número de passos que damos no dia-a-dia, para termos acesso às nossas redes sociais sem precisarmos de tirar o telemóvel do bolso/bolsa/onde quer que ele esteja (e fazermos chamadas através dele – chupa, Michael Knight!, que tu só conseguias chamar um carro e nós agora conseguimos até fazer chamadas!). Claro que tudo isso tem um preço, que muitas pessoas podem não se aperceber que estão a pagar: a sua total dependência dos smartphones e dos ecrã...